sexta-feira, 20 de janeiro de 2017



Esta CMF de Cafôfo


Ricardo Vares


Uma mentira dá uma volta inteira ao mundo antes mesmo de a verdade ter oportunidade de se vestir.
Levada à letra, a frase de Churchill transformaria Paulo Cafôfo num homem cosmopolita e, por cá, na ilha, andaríamos todos em pêlo.
Anuncia consensos nos horários de Natal quando, ontem, viemos a saber que nem acederam ao pedido de reunião do SITAM.
Encomenda via orçamento da CMF sondagens para fins eleitorais. No dia seguinte nada têm que ver com o assunto.
Propagandeia uma nova cidade na cidade, onde vigora um PDM de 1997. O novo, na melhor das hipóteses, só lá para setembro, passados quatro anos.
Omite quem gere e paga os programas de emprego na CMF e nas Juntas da Coligação Mudança.
Diz investir 660 mil no Parque Ecológico, escondendo, omitindo, esquecendo, mentindo - há palavra para todo o gosto - que 538 mil euros são financiados pelo PRODERAM, um programa da Secretaria Regional da Agricultura e Pescas.
Volta ao mundo há muitas e para todo o gosto. Cafôfo é tão versado na matéria que ao dar uma leva uma segunda de bónus.
Vejamos como:
Os "Encontros com as Pessoas" foram até à distante Alemanha e não se diz nada a ninguém? Mais. O senhor Paulo Cafofo traz um cheque de 10 mil euros de donativos da cidade irmã de Leichlingen para as vítimas dos incêndios e não diz nada a ninguém? Mistério. O que vale é que o seu homólogo de Leichlingen, Frank Steffes, divulgou o evento. Caso contrário seríamos os últimos a saber.

Fénix do Atlântico, 12 de novembro de 2016

Acção política



PCP alerta para problemas da Lota


Nesta iniciativa que hoje teve lugar na Lota do Funchal, foram apresentadas as seguintes declarações políticas pelo dirigente regional do PCP, Alexandre Fernandes:
"O objetivo desta iniciativa é alertar para a existência de diversos problemas que põem em causa o normal funcionamento desta infraestrutura.
O PCP tem vindo a denunciar uma série de situações relativamente à Lota do Funchal que condicionam fortemente aquele que deveria ser o seu normal funcionamento.
Já não basta a estrutura estar completamente degradada e indigna para prestar o serviço que se exige de qualidade e segurança, vem a administração da lota impor determinadas regras aos armadores e pescadores, sobretudo da pesca ao peixe-espada, que só demonstram o total desconhecimento de como funciona esta atividade.


O ESTADO DO PORTO DO FUNCHAL DEPOIS DAS OBRAS MILIONÁRIAS REALIZADAS COM DINHEIRO DA LEI DE MEIOS E DA EUROPA - debate na RTP-Madeira-18.01.17


Na passada quarta-feira (18.01.2017) a RTP-Madeira promoveu um debate sobre o estado do porto do Funchal após as obras milionárias realizadas com dinheiro da Lei de Meios e da solidariedade europeia.
Os engenheiros, que defenderam o projeto no debate realizado a 16 de Março de 2011, não estiveram disponíveis para uma avaliação dos resultados.
Os que tanto insultaram quem alertou para os problemas da caríssima intervenção, também não dão a cara, ou melhor, continuam a vilipendiar sob a abjeta máscara do anonimato.
Do atual Governo Regional e da subordinada Administração dos Portos da Madeira, nem uma explicação.
Entretanto, o mar deixou de enrolar na areia e vai continuar a fazer perca no interior do porto do Funchal.

O debate está gravado no Youtube e pode ser visionado em:https://youtu.be/Lsf2dG3ZLcs

Saudações ecológicas,
Raimundo Quintal

K-Kinta-Koluna vem agora cobrar...



Alguém se lembra desta peça no Fénix?






Pois. Foi em 4 de Outubro de 2016. O nosso Kapa garantia ter cruzado informações e que não havia dúvidas da existência da auscultação.
Mas a mesma peça foi alvo de desmentido oficial por parte do PSD. O que deixou Kinta Koluna na corda bamba.
Pois agora comparem o trabalho do K com a sondagem que saiu ontem. Atendendo a que são passados três meses, não há dúvidas de que a coisa confere. Ou então o KKK (salvo seja) é bruxo e vamos pedir-lhe os números desta semana.

PS - Também vão desmentir que andam (os laranjas) com as calças na mão por causa da Ribeira Brava? Se sim, para quê o estudo de opinião que andavam ontem a fazer no Campanário, a freguesia com mais eleitores? Não foi nenhum K a comunicar, foi mesmo aqui o chefe de praça do Fénix quem se deparou com as moças de colete vermelho a desenvolver o "inquérito". Queriam, com aquele paleio todo, saber se... 
Perguntem por aqueles lados.

Cidade




Quem cuida da via pública junto à Sé? Temos literalmente cartão-de-visita para oferecer junto ao monumento mais visitado do Funchal.

Mónica Freitas

Opinião



O Ardil de Cafofo


Gil Canha


Como antigo vereador do urbanismo e interessado na matéria, acompanhei com um misto de surpresa e estupefação, a reportagem publicada pelo Diário, neste último Domingo, dia 15 de Janeiro, a propósito da Revisão do PDM de 1997.
Antes de me debruçar sobre o discurso lambido e propagandístico do sr. Presidente da Câmara, gostei de ler as explicações da sra. Arquitecta Cristina Pereira, que considero uma reputada técnica nas áreas da reabilitação, do urbanismo e do planeamento, aliás, foi com muita resistência dos agora denominados “cafofianos socialistas” (nos anos 30/40 eram denominados por Nationalsozialistische), que consegui na altura, que a sra. Arquitecta ingressasse novamente nos quadros da Câmara, como minha assessora. E o mais curioso, é que os “cafofianos” achavam que a sra. Arquitecta, por ter uma relação sentimental com um familiar próximo do dr. Jardim, era uma pessoa pouco confiável para andar pelos corredores da Presidência (!). Claro que para mim isto valia zero, porque o que me interessava era o mérito e a competência, e não as ligações ou simpatias políticas.
 Voltando ao arrazoado do Prof. Paulo Cafofo, aquilo que ele diz sobre o PDM é matéria que já estava mais ou menos delineada em finais de 2013 e inícios de 2014, por isso eu não percebo por que razão Paulo Cafofo só agora, e em vésperas de eleições, é que acordou para o PDM? Será que o sr. Presidente pensa que somos todos burros, e que não sabemos que atrasou o PDM propositadamente para não ter que lidar com descontentamentos e dissabores que o plano provoca em algum eleitorado? 
Lembro-me como se fosse hoje que, em finais de 2013, já se falava em formar equipas multidisciplinares, para discutir e acompanhar a revisão do PDM, uma espécie de Gabinete Técnico. Aliás, foram contactados alguns arquitectos, engenheiros e membros proeminentes da sociedade civil para esse fim. Mas tudo ficou a marinar, e só com os últimos incêndios de Agosto é que Cafofo foi obrigado a se mexer, e criou então o tal Gabinete da Cidade que, no fundo, pouca contribuição vai dar ao PDM, porque, segundo sei, uma versão deste plano já foi entregue ao Governo Regional, em finais de Julho de 2016, para este dar o seu parecer. Sendo assim, o tal Gabinete do Arq. Paulo David já perdeu o “primeiro comboio”.
E a provar que este atraso tem sido intencional, já em inícios de 2014, a maioria destas questões estavam inteiramente identificadas, lembro-me que já se defendia a redução do perímetro urbano para cima dos 10%, em vez dos 1,5% defendidos pela revisão de Miguel Albuquerque. Mesmo quando era vereador sem pelouro, já acusava a Câmara albuquerquista de querer licenciar casas quase até ao Poiso, e de andarem a empurrar as pessoas pela serra acima, para cotas superiores aos 500 metros, para o meio dos pinheiros e para zonas de risco, onde o clima é severo e as condições de habitabilidade deficientes e sempre sob a ameaça de derrocadas, de inundações e de incêndios. E tudo isto para não se falar do dispêndio de dinheiros públicos necessários para manter toda esta caótica e malfada dispersão urbana em terrenos de orografia quase alpina.
  Até o Plano de Execução, de que o sr. Prof. Paulo Cafofo agora fala, já era proposto na altura, não só por técnicos da Câmara como também pelos contributos graciosos do sr. Arquitecto Pedro Araújo, que ofereceu à autarquia, em inícios de 2014, uma lista crítica sobre a revisão do PDM, e onde já era defendida a “Nova Cidade” na zona do Amparo, por ser relativamente plana e segura e com condições ideais para receber futuramente os cidadãos que vivem em zonas de risco ou em zonas “alcantiladas” e super-altas da cidade.   
Nessa mesma lista, o Arq. Pedro Araújo já propunha a interdição de qualquer nova construção nas Zonas Altas (apenas admitindo a reabilitação e renovação de casas de famílias que já lá vivem). E obviamente que, para esta tomada de decisão, seria necessário que fossem desenvolvidas políticas de Habitação social (tipo Bairro da Nazaré) para incentivar a deslocação das novas famílias para zonas com condições de habitabilidade mais favoráveis e condignas. Sublinhe-se que, nessa altura, este técnico já defendia políticas de desenvolvimento urbano através da realização de Planos de Urbanização e de Pormenor; articulação da frente marítima da cidade com os famigerados POOCs; transportes públicos mais amigos do ambiente, e uma série de contributos fundamentais para uma cidade inteligente e sustentável.
  Mas, seguindo uma política populista e receoso das medidas impopulares que um plano desta natureza sempre acarreta, Paulo Cafofo foi empurrando a revisão do PDM para as “calendas gregas” do fim do mandato e, deste modo, foi arrastando propositadamente um instrumento fundamental para a cidade, numa prolongada agonia de uma urbe que vive com um PDM que é uma “verdadeira manta de retalhos”, segundo palavras do ilustre Eng. Gonçalo Malheiro de Araújo, e que foi sendo sucessivamente castrado e adulterado com as contínuas suspensões criminosas de Miguel Albuquerque. E por este andar, mal acabe o período eleitoral que se avizinha, já estou a ver os Cavalheiros a meterem novamente o PDM na gaveta, deixando a cidade novamente à mercê dos interesses obscuros do costume e das catástrofes naturais, que inevitavelmente voltarão a acontecer, sem que nada tenha sido feito ou alterado.
E como todos os discursos feitos para adormecer rinocerontes e alegrar macacos, Paulo Cafofo até se contradiz, quando afirma que vai desenvolver a Agro-cidade para os lados de Santa Rita, quando depois quer meter lá um hospital à moda de Ceausescu, ora, em termos urbanísticos, a “bota não casa com a perdigota”, e Cafofo deixa-se assim arrastar pelas ideias megalómanas e mal planeadas dos antigos coveiros da Madeira, que escolheram um terreno de grande aptidão agrícola para “plantarem” um hospital no meio.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Proposta do PCP



Programa Especial de Realojamento (PER) para o Município do Funchal




        O PCP, através do seu Vereador na Câmara Municipal do Funchal, apresentou, hoje, 19 de Janeiro, uma proposta que prevê a possibilidade do Município desenvolver um conjunto de contactos junto do IHRU com o objectivo de permitir o alargamento do denominado PER - Programa Especial de Realojamento ao Funchal.
O acesso, por parte do Município do Funchal, a um programa habitacional com esta amplitude, permitiria alargar e aumentar substancialmente a capacidade de intervenção do Município nesta área essencial, constituindo e dinamizando políticas de intervenção em vertentes como a reabilitação urbana, dando sequência a acções de reabilitação que permitiriam, por exemplo, uma intervenção programada e coordenada no centro, nas zonas históricas, nos aglomerados mais degradados das faixas centrais da cidade, dando sequência a movimentos de repovoamento e fixação de novas populações, de casais jovens, nestas áreas centrais fortemente afectadas por fenómenos de desertificação.
        Neste âmbito, poderia a Câmara Municipal do Funchal promover a aquisição de edifícios devolutos e degradados com o objectivo de conversão dos mesmos em unidades residenciais, reabilitando assim áreas actualmente afectadas por fenómenos de degradação.
Por outro lado, o facto de o Município do Funchal ser proprietário de um conjunto de terrenos e
áreas passíveis de serem infraestruturadas e urbanizadas, portanto, aptas para a construção de habitação, permitiria, contribuir decisivamente para a redução das carências habitacionais do Concelho que, segundo dados da própria autarquia ascendem às 3.300 famílias com inscrição para acesso a habitação.
        Trata-se de uma proposta de grande alcance e que permitiria dar passos significativos na resolução de um problema que afecta gravemente inúmeras famílias do Funchal.

Texto e foto: PCP

Cidade



Árvore cortada

Lamento retomar a ladainha das hortas municipais por atribuir, dos jardins por cuidar e do lixo amontoado por recolher.
Lamento. E reconheço os responsáveis por tudo isto:
- É, conforme leio nos comentários, a população sem asseio ou civismo moradora nos bairros.
- São os invejosos, como eu, que envenenam a opinião pública com a sujidade e o descuido visíveis a quem circula pelas ruas e jardins.
- É a população que não cava a horta que lhe não é atribuída.
Conhecidas as respostas para tanta e distinta situação, peço explicação para o abate de uma árvore junto à CMF.



Filipa Manuel

Sondagens



Exercício de memória


Caro Luís Calisto,

Permita-me, em dia de sondagens, um pequeno exercício de memória.

Sondagem Autárquicas/CMF - 2013
36,4% Bruno Pereira/PSD
28,8% Paulo Cafôfo/Coligação
24,8% José Manuel Rodrigues/CDS
6,9% Artur Andrade/CDU

Sondagem Permanência Reino Unido na UE - 2016
52% favoráveis à permanência do Reino Unido na UE
31% favoráveis à saída do Reino Unido da UE

Sondagem Presidenciais EUA - 2016
49% Hillary Clinton
37% Donald Trump
9% Gary Johnson

Daqui por 9 meses juntamos mais um exemplo.


Ricardo Vares

Autárquicas



PP lança Paulo Santos 
à conquista de Câmara de Lobos






João Paulo Santos, sargento na reserva, é o candidato do CDS-PP Madeira à Câmara Municipal de Câmara de Lobos. O anúncio foi oficializado esta quinta-feira durante um visita do presidente do CDS-PP ao concelho.

O líder da oposição regional dedicou o dia de hoje ao concelho de Câmara de Lobos para contactos com as populações, tendo chamado à atenção do GR para a necessidade de apostar na qualificação e formação profissional num concelho que regista uma elevada percentagem de desemprego jovem; criticou o executivo pela ausência de estratégia nos projectos para a reconversão das vinhas. 
Já João Paulo Santos assumiu que irá formar uma equipa à Câmara em que a condição maior é a "competência e responsabilidade", sustentando que não poderá mudar o passado, nem fazer muito pelo presente "por já estar condicionado", mas prometeu "preparar e mudar o futuro", para o que irá convidar "os melhores, pessoas sem filiação partidária".
Texto: PP

Opinião



As algas em Porto Santo



Quem teve a pachorra de observar a minha vida pública, sabe que a falta de vocação masoquista traz-me a não ficar passivo ante ataques ou omissões dolosas.
Excepção quando se trata de garotos, de doentes psíquicos ou de raivosos, pois o desprezo a que se os deve votar, civicamente recusa-lhes a notoriedade que buscam com ansiedade.
É bom esclarecer a questão das algas em Porto Santo, pois não falta por aí a obsessão "estratégica" de omitir ou de rebaixar os trabalhos da Social Democracia durante décadas.
Face à percepção de que a produção de biocombustível, só por si, não era economicamente sustentável do empreendimento, o que é diferente de se dizer que é inviável a produção efectiva de combustível, avançou-se para um valor acrescentado. A produção de substâncias ricas em Omega 3 e 6, destinadas à alimentação, quer humana, quer animal.
Opção avalizada por dos melhores especialistas mundiais nesta matéria e que aguarda breve licenciamento burocrático-legal pelas competentes Entidades regionais.
Assim, a Empresa de Electricidade da Madeira mantém e cumprirá os objectivos iniciais de responder bioenergeticamente às necessidades de Porto Santo, a par de uma maior valorização da matéria-prima, o que sustentabiliza o projecto.
Mas será que ainda tenho de ser eu a vir explicar as coisas?!...

Funchal, 19 de Janeiro de 2017
Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim



DOIS PONTOS

João Barreto


SALAM ALEIKUM

A histeria fundamentalista com que alguns reagem ao fundamentalismo histérico de uma pequena minoria dos seguidores do Islão, transforma em ameaça terrorista uma saudação de paz. “Salam Aleikum” quer dizer, apenas e só, “a paz esteja contigo”.
A religião de Maomé, como todas as confissões monoteístas, defende e promove a paz. O fanatismo e a intolerância de um punhado de celerados transformaram a cultura islamita, a quem a Europa e o Mundo tanto devem, num ícone de terror. Os milhões de muçulmanos pacíficos e tolerantes que povoam o planeta Terra sofrem hoje o estigma provocado por meia dúzia de idiotas que invocam o nome de Alá em vão, como de resto também fazem meia dúzia de cristãos em relação a Deus. O preconceito e a ignorância fazem o resto.
Isto dito, devo confessar que partilho do medo que os meus concidadãos sentem. Se ouvir alguém nas minhas cercanias berrar “Allahu akbar”, fugirei para o refúgio mais próximo. No entanto, se alguém se me dirigir saudando: “Salam Aleikum” responderei “Shalom” e a PAZ estará connosco.


EMPREENDORISMO

Do nada surgiu a moda do empreendorismo. Qualquer bicho-careta capaz de alinhar três frases seguidas em “economês” e de usar uns termos que soem vagamente a inglês, normalmente acrescentando um sufixo ao luso vernáculo do tipo “tasquing”, “ponching”, “bebedering”, “rabuçing” ou “ressaquing”, está habilitado a prémios e estímulos diversos para montar e manter em funcionamento uma cadeia industrial de artefactos destinados a produzir (reproduzindo a expressão favorita de um dileto amigo que tão cedo, deste vida, se foi descontente) “água a ferver”. Outro alguém que tenha a ideia de lançar negócio sério no âmbito de actividades antigas e experimentadas sujeitar-se-á às agruras de licenciamentos vários e demorados e de financiamentos avaros, até conseguir abrir o seu modesto estabelecimento.
No fim do dia, como gostam de dizer os modernos “gurus” do empreendorismo, o estaminé inaugurado com foguetório e discursadas estará precocemente encerrado por via de um qualquer processo especial de revitalização e o aventureiro empreendedor já estará em campo à procura da próxima maneira de iludir incautos. E “lá vamos, cantando e rindo”…

Educação



JSD agradece a António Costa

A Juventude Social Democrata da Madeira sempre atestou que a educação é o pilar de qualquer sociedade. É um processo contínuo, de formação e desenvolvimento, a que todos devem ter acesso. Neste âmbito, estamos lado a lado com a JSD Nacional, quando se defende que "o sistema de ação social é absolutamente crítico na concretização da sociedade que ambicionamos". 

Se entre 2011 e 2015, foram atribuídas mais 10.000 bolsas de estudo, anualmente, do que pelo anterior governo e o tempo médio de resposta aos requerimentos foi reduzido a metade, este ano letivo verifica-se, exactamente, o contrário!

Os estudantes madeirenses em Portugal Continental continuam a sofrer com estes atrasos, tendo de arcar com todas as despesas inerentes à sua condição de deslocados, sem qualquer resposta do Estado. Totalmente desprezados e desprotegidos.
No todo nacional, são cerca de 20 mil os jovens que continuam à espera de bolsa de estudo.

Não podemos aceitar esta situação. 
Por esta razão, subscrevemos as questões que os companheiros da Juventude Social Democrata (nacional) apresentaram, na Assembleia da República, ao Governo: 
1. A que se devem os atrasos verificados nas respostas aos requerimentos dos estudantes e as falhas observadas? 
2. Para quando uma resposta a estes mais de 20 mil estudantes que ainda aguardam resposta? 
3. Como pretendem evitar que estes atrasos se repitam no próximo ano letivo?

Uma vez mais, podemos dizer:
OBRIGADO, COSTA!
O show off deste senhor faz com que os potenciais bolseiros, fiquem à espera um semestre inteiro! Cabe ao seu Governo melhorar as condições de disponibilização de informação aos serviços de ação social.

Pelos estudantes e pelas suas famílias, continuaremos atentos!

Saudações Social Democratas,
Comissão Política Regional da JSD Madeira
Estudantes Social Democratas da Madeira

Sondagem DN-M


Auscultação para as autárquicas - Funchal

Paulo Cafôfo - 48%

Rubina Leal - 26%

Rui Barreto - 9%

Artur Andrade - 6%

Gil Canha - 6%


Alguma surpresa? Não para quem anda por aí, na estrada.
É sabida a tendência de Zé Povinho para votar em quem está. A presença de Cafôfo em páginas e ecrans é arrasadora. A hesitação nas cúpulas da futura ex-maioria regional é gritante. A ponto de nesta altura do campeonato as sondagens terem de lançar nomes que não se sabe se serão candidatos - caso de Bina Leal.
Dos outros, a coragem de avançar dará frutos, também sem a menor dúvida, para além das competências de cada qual.
Em suma: resultados mais do que esperados. Tão seguros como as vitórias no futebol por falta de comparência do adversário.
E o PSD dizia que dava tempo, que não ia atrás das agendas mediáticas! Um prato! 
Os crânios do Laranjal são muito espertos, mas o povo, que também não é burro, tem para si que 'candeia que vai à frente alumia duas vezes'. Também em competição política. Foi assim 40 anos!...


Vitória, vitória

Hoje talvez seja dos dias mais felizes para a toda a nossa família socialista e da Mudança, já temos a prova que já ganhamos por mais quatros anos a Câmara Municipal do Funchal.  O Dr Paulo Cafofo sem duvida chegará uma dia a Presidente do Governo Regional, que grande equipa, que grande projecto, os resultados estão à vista. Vitória. 
Parabens Sr Dr José Miguel Iglésias, foi preciso o Senhor vir do Continente para a  Madeira para ensinar-nos como gerir a Cidade e a Câmara, foi preciso o senhor vir para cá ensinar a fazer boa politica, ainda bem que veio pôr ordem nesta terra e ajudar o Professor Paulo Cafofo, a vitoria esta no papo, não há duvidas, já ganhámos. 
Agora só temos de acabar de arrasar com o resto dessa gentalha do PSD que anda por aí, já são poucos, nós somos cada vez mais e ninguém nos pára. 
Essa gente do PSD que emigre, e que se faça de uma vez por todas uma limpeza final na CMF, para os restos  dos laranjas que ainda la estão. Já ganhámos, mais uma vez, o sonho é possível, alguma vez uma mulher tinha capacidade para gerir a câmara! Essa gente do PSD não tem noção, uns falhados. Força Dr Paulo Cafofo, Força Dr Iglesias, Força Eng Miguel Gouveia, muitos Parabéns por esta vitoria conquistada. 
Os Funchalenses Agradecem e um dia a Madeira será nossa, já estivemos mais longe.

José Luís Fernandes

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

PCP na estrada



Pela salvaguarda dos direitos laborais 
dos trabalhadores da ARM






Na iniciativa que hoje teve lugar junto às instalações da Empresa ARM no Parque Empresarial da Zona Oeste, Câmara de Lobos, foram apresentadas as seguintes declarações políticas pelo dirigente regional do PCP, Ricardo Lume:
"A ARM - Águas e Resíduos da Madeira, SA, é hoje uma das maiores empresas públicas na região, fruto da fusão realizada em 2014 com a IGSERV, a IGA, a IGH e a Valor Ambiente.
Em resultado desse processo, passou a ter cerca de 700 trabalhadores, ou seja, a ARM, para além dos seus próprios trabalhadores, passou a contar igualmente com todos os trabalhadores das outras sociedades extintas, passando a ser uma das maiores empresas da Região em termos de mão-de-obra.
A nível laboral a ARM, desde a fusão em 2014, é uma verdadeira manta de retalhos com cerca de 120 trabalhadores contratados a termos, 250 com vínculo à Função Pública e 320 do quadro efectivo.



A pedido do autor...


...Publicamos um texto da autoria e da responsabilidade de José Pedro Pereira, antigo líder da JSD e ex-deputado do PSD, enviado no dia em que o DN-Funchal divulga uma notícia relativa a ele, José Pedro Pereira, intitulada "Acusado de dois crimes" - o que fazemos respeitando a linha habitual de satisfazer os pedidos de publicação sem que o Fénix se desvie do seu posicionamento neutral .



Por uma Comunicação Social Justa,
Livre, Isenta e Transparente!

Desde que decidi candidatar-me à liderança da JSD Madeira, e chegou ao conhecimento do diário de notícias do Funchal, que estes encetaram uma perseguição sem precedentes à minha pessoa.

Foram vários os julgamentos públicos e as acusações falsas e descabidas que estes tentaram fazer da minha pessoa na praça pública com o objectivo claro de manchar o meu nome e tirar credibilidade às propostas que diariamente apresentava para melhorar as condições de vida dos Madeirenses e às denúncias de um classe politica podre e corrupta.
Logo de inicio, para tentar tirar a dinâmica vencedora que estava instalada na minha candidatura à JSD Madeira, disseram que o candidato que depois já não foi candidato tinha a maioria dos delegados e dos presidentes de concelhia do lado dele, quando tal era mentira e eu acabei sendo o primeiro presidente da JSD Madeira eleito por sufrágio de duas listas.
Sabem o que aconteceu ao menino derrotado? Foi nomeado assessor do Sr. Jaime Filipe Ramos, claro mandante desta notícia em conjunto com o seu amigo Pianista.
Depois acusaram-me e julgaram-me, porque os tribunais nunca o fizeram, de ter urinado num carro da polícia.
Não satisfeitos acusaram-me e ainda tentam acusar de ter arrancado propaganda politica, quando toda a Madeira sabe, que só apareci no local depois de saber que companheiros meus da JSD estavam a ser identificados pela polícia e que o ministério publico acusou o Sr. Rómulo Coelho (ex Presidente da JSD Madeira) de tal acto e não eu.
Agora voltam a pegar nesta história para voltarem a contá-la mal.
Nenhum membro do anterior governo regional ou outra testemunha deste caso (sem ser o queixoso) me acusa de nada, aliás os seus testemunhos serão fundamentais para a minha absolvição, estou inocente e provarei o mesmo em tribunal.
E sabem que mais? Não é que o tal empresário tem uma loja no referido local?
Gosto quando o diário faz-me a acusação e o julgamento, porque é sempre sinal que ou vou ser ilibado ou então que não há acusação nenhuma.
Mas mais grave que tudo isto meus amigos, é a corrupção e podridão que impera no jornalismo da Madeira.
O diário de noticias do funchal, tem um director que é o escrivão do Presidente da Câmara Municipal do Funchal, e um sub-director capataz e sócio de gente importante do PSD.
Se o sub-director, um tal de Agostinho, organiza as viagens do Presidente do Governo Regional da Madeira às comunidades e anda lá a tentar impor negociatas aos emigrantes, o Director anda a fazer fretes a tudo o que é politico medíocre para promove-los a troco não sei bem do quê mas presumo.
Desta maneira, este diário que devido à sua falta de isenção cada vez mais perde credibilidade e leitores vai sugando milhões aos Madeirenses (o Jornal da Madeira aos anos que é impresso por esses senhores) e esses artistas vao fazendo vida de ricos e falsos moralistas.
Ao invés, centenas de jovens jornalistas estão no desemprego e os que são contratados tem vínculos precários há anos.
Ao invés, fez-se uma lei de comunicação social que vem proteger este diário, que por sua vez protege a actual classe politica medíocre da Madeira, e que esquece o resto dos órgãos de impressa da Madeira.
Ao invés, de aplicar esses milhões nos hospitais degradados, no empreendedorismo, para reduzirmos a taxa de desemprego, no social para ajudar os nossos jovens a prosseguir os seus estudos, aplica-se num matutino que todos os dias faz parecer que tudo está bem na Madeira mas onde quase tudo está mal.
Irei denunciar esta corrupção escondida e esta promiscuidade entre jornalistas e políticos à Procuradoria Geral da República para que investigue esta vergonha.
Não me importo que continuem esta perseguição, pois quando vim para politica sabia que devido às minhas ideias e capacidades iriam tentar deitar-me a baixo.     ( Escrevi umas verdades e já estou levando o troco).
Tudo farei, para que estes jornalistas corruptos, tenham o devido tratamento e para que possamos ter uma impressa justa, livre e independente.
Na Madeira, ser Leal, ter principios e querer lutar por uma sociedade Livre e Justa parece que é crime, mas nunca abdicarei de defender e lutar pelo povo da minha terra.

Em breve voltaremos a ser livre!

Viva a Madeira Livre!


                     José Pedro Pereira

PS: Isto não é nenhum direito de resposta, o mesmo será enviado as redacções pelo meu advogado seguindo todas as normas.

Crianças facebook

Neste mundo digital em que vivemos, totalmente absorvidos e viciados, é a prova que sem dúvida a internet “criou” uma nova nação global, sendo indubitavelmente as redes sociais as responsáveis pela “criação” de uma nova sociedade integrante dessa nova nação. Há quem defenda que esta foi a maior das revoluções depois da industrial, são aos biliões os usuários das redes sociais e são também aos milhares as dissertações, estudos, artigos, que reflectem o impacto e o crescimento desta nova sociedade, comparativamente com o chamado “velho mundo”, ou seja, o planeta em que se vivia antes desta grande revolução social e global. De fato, e hoje, as redes sociais permitem, e num mínimo espaço de tempo, via telemóvel, uma rápida participação, intensa e heterogénea, dos indivíduos no mundo todo, sobre todos os assuntos imagináveis, tudo numa questão de segundos e com um alcance global dificilmente medível. Perante isso e já avançado quase duas décadas deste novo século, com algum amadurecimento civilizacional sobre esta matéria, a humanidade, já possui, ainda que timidamente, e sobre esta sua sociedade digital, algumas regras e alguns manuais de conduta. Nesse sentido, e sobre esta temática, talvez o assunto mais debatido mundialmente, seja sobre a questão da publicação das fotos dos nossos filhos nas redes sociais, esse sim um debate cada vez mais na ordem do dia e com implicações graves nas famílias modernas, quem já não resistiu à tentação de meter a foto de um filho no facebook? Afinal eles são uma das razões mais profundas da nossa existência, eles são a prova e a razão divina da nossa imortalidade. Contudo, o debate premente prende-se cada vez mais sobre o facto de se os nossos filhos são ou não coisas ou objetos que usamos nas redes sociais, até que ponto podemos usa-los numa exposição mediática sem freio e ponderação, como crescerão eles após esse efeito? Quem serão essas crianças no futuro, cujo todo o seu crescimento foi exposto nas redes sociais? Aqui na Madeira, cada vez mais os sociólogos também se debruçaram sobre o fenómeno, isto à nossa pequena escala regional, pela observação das redes sociais, desde as “socialites” que usam os filhos para ostentar roupas e estilos de vida faustosos, até aos políticos que usam os filhos para esse efeito, como o famoso caso do Vereador da Mudança, que há uns meses em resposta à publicação que se tornou viral sobre o mau estado de conservação do jardim municipal, respondeu no seu próprio facebook com uma foto dos filhos a brincarem no mesmo espaço. Até que ponto a exibição dos filhos no facebook, ultrapassa o nosso campo afectivo enquanto pais, para o campo da sua utilização desmedida para colmatação dos nossos anseios e desejos pessoais ou profissionais? Isto para não falar obviamente de todos os perigos relacionados com pedofilia, “rapto digital” etc, hoje em dia, já temos caso em Portugal de famílias proibidas por tribunal de colocarem fotos dos filhos no facebook, ainda que em situações muito excepcionais e pontuais, mas a verdade é que surgirá no dia de amanha, toda uma geração de jovens, que para todos os efeitos, foram crescendo virtualmente, à vista de nós, pelas redes sociais, através exposição publica promovida pelos seus próprios pais, como serão esses jovens?Conseguirão viver livres, na sua intimidade e anonimato, ou serão vidas humanas condenadas à exposição virtual?Nem todo o manancial da ficção cientifica alguma vez previu este cenário. Veremos então.

 O Pregador Sem Rumo

FOTONOVELA  - A ATRAÇÂO FATAL (2)

Cafofo preocupa-se com as cameras de tv quando devia preocupar-se com os problemas da camara municipal


Depois da figurinha de andar atrás das televisões em vez de comandar o combate aos incêndios como lhe competia. Depois de fazer figura de emplastro atrás do António Costa (primeiro capítulo da atração fatal  http://fenixdoatlantico.blogspot.pt/2017/01/com-argumento-de-madeirense-justo.html)  chega-nos o novo capítulo retirado da noite do Mercado.  Cafofo não descansou enquanto não foi entrevistado pela SIC.



Cafofo: Viram por aí alguma estação de televisão?

Andreia Caetano: acho que estou a ver uma camera de tv.



Cafofo: É a SIC?  Temos de aproveitar para ver se alguém me fica a conhecer para lá de Santa Cruz.

Andreia Caetano:  Deixa ver se tenho o telefone da nossa agencia de comunicação paga a peso de ouro para eles meterem uma cunha à SIC, para te entrevistarem.




Cafofo: Rápido Andreia, ele podem ir embora. Vou-me já aproximando da camera para ver se apareço. É uma tática que nunca falha.

Andreia: Ninguém atende da agência de comunicação. Ele querem receber o mesmo que pagamos em publicidade ao Diário.




Cafofo: Tenta chamar mais uma vez.  Enquanto isso vou-me aproximando ainda mais do operador de camera.

Andreia: Por acaso tenho uma mensagem do Diário. Querem que tu pagues mais um trail. Ou um concerto. Ou que se invente alguma coisa.




Cafofo: Esquece isso agora. Larga o telefone que ainda nos arranjam mais publicidade para pagar. Vamos aproximarmo-nos mais. Só falta um pouco.

Andreia Caetano: Mas com cuidado. Estou a ver o blogue  do Calisto aqui no telemóvel e já dizem que só pensas em aparecer na televisão.

Cafofo: Já me decidi. Vou pedir para ser entrevistado.




Cafofo: Podem fazer-me uma entrevista? Tenho umas coisas importantes para dizer sobre o mercado do campanário.

Jornalista: Está bem. Mas se vir por aí o presidente da Camara diga-lhe que a cidade está muito suja. Somos do continente e não nos lembra-mos de tanta porcaria no Funchal.




Cafofo: Consegui! Consegui!  Mais uma vez apareci na tv. Desta vez nem tive de pagar viagens e alojamento a jornalistas do Continente.


JG