segunda-feira, 31 de agosto de 2015


AAPEF - COLHEITA DE UVA-DA-SERRA E PRODUÇÃO DE COMPOTA 
(Sábado, 5 de Setembro de 2015)


A população de Uveira-da-serra (Vaccinium padifolium) nas zonas de plantação em que os voluntários da Associação dos Amigos do Parque Ecológico do Funchal trabalham habitualmente está com os frutos quase maduros pelo que na próxima actividade no Campo de Educação Ambiental do Cabeço da Lenha, a 5 de Setembro, além das tarefas regulares de manutenção, faremos colheita de uva-da-serra, da qual produziremos compota, seguindo métodos tradicionais.
Se desejar participar nesta actividade, poderá inscrever-se por e-mail —amigosdoparque@gmail.com — ou através do formulário de inscrição no blogue da associação — http://goo.gl/wGk4rJ — até às 18:00 de sexta-feira.
Também o poderá fazer pelo telefone 291 783 999, quarta e sexta-feira, das 16:00 às 18:00, enviando nome, data de nascimento e contacto telefónico.
Também precisamos de frascos de vidro que reutilizaremos para conservar a compota. Por isso agradecemos a quem também puder ajudar desta forma que traga para a actividade ou nos faça chegar frascos, com tampas, já lavados e sem rótulos — obviamente serão esterilizados no próprio dia, mas os nossos recursos de água no Campo de Educação Ambiental do Cabeço da Lenha são limitados.
Se não participar na jornada de colheita, para combinar entrega dos frascos pode enviar-nos um e-mail para amigosdoparque@gmail.com ou telefonar para291 783 999 no mesmo horário das inscrições.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015


QUINTA DO PALHEIRO FERREIRO
JARDIM DA SENHORA 





Jardim da Senhora – Quinta do Palheiro Ferreiro – 21.08.2105

UMA DAS PRECIOSIDADES DO FUNCHAL
UMA DAS MAIORES ATRAÇÕES TURÍSTICAS DA MADEIRA

Texto e fotografias: Raimundo Quintal

quinta-feira, 27 de agosto de 2015


CORTE DE ÁRVORES NO “HOTEL QUINTA DO MONTE”

A DIREÇÃO REGIONAL DE FLORESTAS E A CÂMARA MUNICIPAL DO FUNCHAL APROVARAM O CORTE DE ÁRVORES NA ANTIGA QUINTA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO ONDE FUNCIONA O "HOTEL QUINTA DO MONTE"?


Hotel Quinta do Monte – 27.08.2015


NO INSTITUTO DO VINHO DA MADEIRA A BANDEIRA DA EUROPA ESTÁ DE PERNAS PARA O AR HÁ VÁRIOS DIAS.
ESTA É MAIS UMA IMAGEM DO DESLEIXO QUE GRASSA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA REGIONAL.


Instituto do Vinho da Madeira – 27.08.2015


Texto e fotografias: Raimundo Quintal

REI MORTO, REI POSTO (actualizado)


IGREJA FORA DO NOVO 'JM'

'Jornal da Madeira' fecha, abre-se o 'JM'

A última edição do 'Jornal da Madeira' sai na segunda próxima. Na terça-feira, dia 1 de Setembro, os leitores verão nas bancas o 'JM'. 'JM' que não significa iniciais de coisa nenhuma. É apenas o nome de um novo diário madeirense. O projecto é outro, garantem os seus responsáveis. O bispo fica com o velho título 'Jornal da Madeira' nas mãos e o governo com o 'JM', que vai custar 70 cêntimos por exemplar.
Nota: entretanto, a Diocese decidiu adiantar serviço aceitando que o seu papel é mais espiritual do que temporal - e que lhe compete mais rezar o terço do que andar metida em artigalhadas e paginações para dar cobertura à imprensa de determinada coloração partidária.


Faltam 5 dias para nascer o sucessor do 'Jornal da Madeira', que se chamará nada mais nada menos do que 'JM'. 


Comunicados do governo e da Igreja mandados esta tarde para a comunicação social dão conta de que a Diocese percebeu não ter solução que não seja sair da pista onde dançam os jornais. Muito tardiamente, perceberam os cavalheiros das 4 Fontes não ter vocação para andar a empatar o mercado concorrencial da imprensa. Então, querem ver-se livres da 'Empresa Jornal da Madeira' independentemente de quem a quiser comprar - se aparecer alguém. 
Entretanto, a edição de hoje do 'Jornal da Madeira', como vemos na imagem acima, apresenta um misterioso '5' num fundo a vermelho, desde a manchete até à tranca de rodapé, com os dizeres 'Fundado em 2015'. Trata-se da campanha destinada a chamar a atenção para o novo projecto a estrear na terça-feira, 1 de Setembro. 'JM', segundo nos afiançaram, será o novo título, sempre a azul e branco, a que estará acoplada, num sugestivo vermelho, a subinformação de que o novo jornal tem por data da sua fundação este ano de 2015.

A ideia é separar psicologicamente o novo 'JM' do antecessor 'Jornal da Madeira', que fecha de vez na segunda. 
Ao contrário do que dizíamos anteriormente, e já rectificado linhas acima, está decidido que o velho título não ficará nos braços da Igreja, a não ser noutros moldes. Quanto ao 'JM' a entrar em cena terça-feira, terá um director que deixa de ser, portanto, nomeado em consonância com a Igreja ou mesmo por ela, como mandam os estatutos antigos.
O 'JM' - este novo, 'Fundado em 2015' - será conduzido à luz do novo Estatuto Editorial por um director já escolhido e que trabalha para os primeiros números do projecto a estrear - Marsílio Aguiar. O chefe de redacção será Miguel Ângelo. Ambos os titulares trabalharam em tempos no DN madeirense.
Os responsáveis pelo novo projecto apostam na superação do número de assinaturas que, apesar de tudo, o 'Jornal da Madeira' conta no activo, cerca de 700. Planeiam também estabelecer protocolos com firmas comerciais privilegiando pacotes de vendas que ajudem a propagar a circulação do produto 'JM', que, ao contrário do 'Jornal da Madeira' velho, será pago: 70 cêntimos por exemplar. 
O novo jornal espera conseguir da sua estratégia uma redução de custos anuais de cerca de dois terços, baixando para o milhão de euros. O que terá de se verificar até fins de 2016, o primeiro ano completo na gestão deste governo. Entretanto, deverá ser titânica a luta para encontrar compradores privados. O que dependerá de o 'JM' conseguir levar em frente os seus propósitos de fazer chegar aos leitores um produto editorial radicalmente diferente do 'Jornal da Madeira' e com conteúdos interessantes, legíveis.
Não será fácil esquecer as décadas do 'boca pequena' e quejandos. Mas esperemos.
E será que a abdicação da Diocese não permitirá prolongar a vida do 'Jornal da Madeira', abortando o 'JM'?
Nem pensar!

quarta-feira, 26 de agosto de 2015


FUNCHAL 
- ZONA ENTRE A RUA CONDE CARVALHAL E O LAZARETO








É TEMPO DA CÂMARA DO FUNCHAL E DO GOVERNO REGIONAL GASTAREM MENOS EM FESTAS, ABRANDAREM NA PROPAGANDA, NA ANESTESIA DOS CIDADÃOS, E TRABALHAREM MAIS NO TERRENO EM PROL DA PAISAGEM E DA QUALIDADE DE VIDA.
ESTAS IMAGENS FORAM REGISTADAS NO DIA DA CIDADE (21 DE AGOSTO), NA MESMA ALTURA EM QUE DECORRIAM OS DISCURSOS NA GRANDE TENDA MONTADA NA PRAÇA DO MUNICÍPIO!

Textos e fotografias: Raimundo Quintal

sexta-feira, 21 de agosto de 2015


JARDIM DAS TABAQUEIRAS

O antigo Largo do Pelourinho do Funchal, transformado num mostruário das ruínas do Forte de São Filipe entre as muralhas das ribeiras de Santa Luzia e João Gomes, é agora um vistoso jardim de plantas invasoras, onde se destacam as herbáceas Avoadeiras (Conyza canadensis) da América do Norte e as arbustivas Tabaqueiras (Nicotiana glauca) da América do Sul.
Na falta dum debate sério, que desemboque numa solução digna para aquele espaço nobre da cidade, o vento e os pássaros começaram a semear um jardim, que complementa na perfeição a obra iniciada por políticos e arqueólogos arregimentados.
Sugiro, que amanhã, Dia da Cidade do Funchal, o Vice Presidente do Governo Regional, que tutela as obras públicas, e o Presidente da Câmara do Funchal, que acarinhou o parque arqueológico, se associem na inauguração do já bem povoado JARDIM DAS TABAQUEIRAS.
Estou certo que os dois especialistas em propaganda terão engenho e arte para promover o novo jardim arqueológico como pólo cultural de grande potencial turístico.



Texto e fotografias: Raimundo Quintal

quarta-feira, 19 de agosto de 2015


ÁRVORES SECAS, NÃO!

No sector norte do Jardim do Almirante Reis ainda se mantém um dos jardins efémeros, que integrou o mal planeado e executado "Festival de Jardins do Funchal", aberto ao público a 13 de Abril de 2012 e que deveria ter encerrado a 11 de Março de 2013.
Infelizmente, ainda não terminou a desmontagem daquelas coisas a que chamaram de jardins. Árvores secas, mato e lixo continuam a marcar negativamente a imagem do Jardim do Almirante Reis, localizado no núcleo histórico de Santa Maria.



Jardim do Almirante Reis – 19.08.15

Texto e fotografias: Raimundo Quintal

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Obituário


MARITIMISTAS DE LUTO


NICOLAU FREITAS

O antigo jogador do Marítimo Nicolau morreu nas últimas horas, vítima de doença prolongada. Nicolau Freitas, depois dos tempos em que fazia parte do plantel principal dos verde-rubros, com várias participações na 1.ª categoria, fez parelha com Chico em alguns projectos de clubes regionais, como treinadores.



RICARDO TREMURA

Acaba de morrer um dos filhos do antigo capitão e goleador do Marítimo Raul Tremura, irmão de outra vedeta verde-rubra dos anos 50, António Tremura 'Chino'.
Ricardo Tremura foi importunado por doença delicada o ano passado. Acabando por morrer agora. Este membro da famosa família de desportistas 'Tremura' vivia na Suécia.

Às famílias enlutadas de Nicolau e de Ricardo as nossas condolências.
   

segunda-feira, 10 de agosto de 2015


                          LEI DO MENOR ESFORÇO



Assembleia Legislativa Regional da Madeira – 06.08.2015

Desde o ano letivo 1973-1974 tenho-me empenhado na educação em prol da conservação da natureza e dum ambiente melhor na Região Autónoma da Madeira. Por isso, já não suporto ouvir que a educação ambiental deve começar na escola.
De que serve o empenho dos professores, quando em casa e na rua as crianças e os adolescentes são confrontados diariamente com atitudes e práticas lesivas do ambiente.
Qual o aluno, que ainda não foi sensibilizado para a LEI DOS 3 R (Reduzir, Reutilizar, Reciclar)?
Qual o aluno que não sabe, que no contentor verde deve ser colocado o vidro de embalagem, que o azul é para receber o papel, que no amarelo devem ser depositadas as embalagens metálicas e de plástico?
Qual o aluno que não sabe, que só o lixo indiferenciado deve ser colocado nos contentores cinzentos (ou pretos)?
Qual o aluno que não sabe, que os contentores devem estar tapados para evitar a concentração de moscas, mosquitos e outros insetos prejudiciais para a saúde pública?
Qual o aluno que não sabe, que nos prédios de habitação coletiva e nos edifícios públicos é obrigatório um compartimento especialmente preparado para o lixo?
Julgo que jovens e adultos sabem tudo isto e muito mais sobre o modo como devem 
ser manuseados e geridos os resíduos sólidos (vulgo lixo). 
No entanto, como é possível comprovar pelas quatro fotografias (obtidas nos dias 06 e 07) com que ilustro esta nota, no edifício da Assembleia Legislativa Regional a gestão do lixo não respeita as regras mais elementares ensinadas nas escolas do ensino básico, nem a legislação sobre resíduos aprovada pelos deputados.
Ali vigora a LEI DO MENOR ESFORÇO.


Assembleia Legislativa Regional da Madeira – 07.08.2015

Texto e fotografias: Raimundo Quintal

quinta-feira, 6 de agosto de 2015