quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Campanha na estrada


CDU CULMINA CONTACTOS DIRECTOS
COM UMA TRIBUNA PÚBLICA



A Candidatura da CDU pelo Círculo Eleitoral da Região Autónoma da Madeira às Eleições para a Assembleia da República de 04 de Outubro promoveu hoje, quarta-feira, dia 30 de Setembro de 2015, uma Tribuna Pública no Funchal, e que culminou um conjunto de acções de contacto directo com as populações e os trabalhadores no centro da cidade.
 

Mundo animal


'JOTA': VADIO POR OPÇÃO

 Longe estávamos de imaginar que a história do Vale Formoso terminaria em bem e tão depressa.

Está descoberto o mistério do cão abandonado no Vale Formoso: o cão não está abandonado. Ou melhor, ele passa a vida abandonado, mas por opção. Gosta de vadiar ali na bonita e florida rua do Vale.
Há poucas horas, condenámos que alguém tivesse ido ao local subrepticiamente deixar o animal ao deus-dará. Porque a gente que passa e vê o 'Jota' - assim se chama o bichinho - tira do cenário uma ilação errada. O cão mantém-se praticamente no mesmo local. A umas horas, prosrado a dormitar. A outras horas, a ver timidamente quem passa... 
Mas não é o que ficamos a pensar.
Na realidade, segundo a informação que acaba de nos chegar, 'Jota' é um 'malandreco' amigo da vida de vadio, de bisbilhoteiro de rua, amigo de ver o movimento e o jeito de quem passa. Tem lugar onde se abrigar, se chover. Quando lhe apetece, ele sabe muito bem onde se recatar, de uma porta para dentro. O dono quase não o vê, já que o bicho mal põe as 'patas' lá dentro. Costume com muito tempo, aliás. Mas garantem-nos que a vizinhança já o conhece bem e não lhe falta com mimos e bolinhos.
Quem está por dentro do assunto já teme o pior: que o 'Jota', com os seus 11 anos de vida e à-vontade a mais, acabe atropelado em dia ou noite de azar. Mas não há muito a fazer. Experimentaram deixá-lo dentro de terreno privado, ao ar livre e de porta fechada. Mas não resolveu. 'Jota' quer liberdade.
Assim sendo, retiramos os epítetos que atirámos ao inexistente autor de um abandono que não é bem isso.
Estamos gratos pelo esclarecimento da situação, que nos alivia muito, como alivia os nossos Leitores.
O 'Jota' tem mais um amigo.

Campanha na estrada





Campanha na estrada


RODRIGUES VISITA EMPRESA-MODELO
PARA MOSTRAR “QUE SOMOS CAPAZES”


Apoiar a ciência, a tecnologia, apostar no conhecimento. José Manuel Rodrigues deixou a Ribeira Brava esta quarta-feira com profunda esperança no futuro dos madeirenses e porto-santenses. Depois de visitar a ACIN, empresa tecnológica liderada pelo arrojado empresário Luís Sousa, o candidato do CDS/PP pelo círculo da Madeira à Assembleia da República disse estar em presença de um “exemplo de sucesso, a partir de uma pequena localidade, a Ribeira Brava, para todo o mundo” e que gostaria de ver o exemplo replicado em outras áreas da vida coletiva dos madeirenses.

Mundo animal





À ESPERA DO FACÍNORA




É mais um de tantos: há cão abandonado, desta vez no fascinante Vale Formoso. O facínora do dono deve ter passado por lá e, uma vez observados todos os cuidados para não ser visto na prática do acto criminoso, ora bem que é aqui mesmo: toca a 'descarregar' o animal indefeso, deixando-o perdido à sorte da vida na rua.
O facínora que assim procedeu quis lá saber do mal que estava a fazer! O cão dos momentos bons e maus que se desenrasque, e se não se desenrascar que morra de fome e à sede ou atropelado no habitat desconhecido. Os moradores da zona que se danem, que sofram com uma cena diária de fazer rasgar o coração a qualquer criatura capaz de viver em sociedade, a não ser o coração do facínora que praticou a maldade. Quem passa por ali que feche os olhos ou então deixe uns frutos secos no saco de plástico que voa pelo Vale além depois de o cão os ter comido sem grande apetite.
E o facínora feliz da vida, porque resolveu o seu problema sem se dar à maçada de saber se alguém queria ficar com o animal ou como é que podia receber ajuda da SPAD - sociedade já de si assoberbada com idênticas práticas perversas dos facínoras que empestam a civilização do século XXI.
Imigrantes da Síria! Cuidado com os destinos para onde vos mandam. Aqui a cosmopolita 'Pérola do Atlântico' não é lá muito recomendável. A analogia não é ofensiva, creiam.
O cão abandonado continua no Vale Formoso, agarrado, segundo nos explica quem sabe, ao instinto de que ali deve permanecer até que o seu dono facínora o vá recolher. 
Má sorte a de alguns animais domésticos, não terem tino para distinguir as coisas quando caem nas garras de um animal selvagem - como o facínora desta história. Sem ofensa aos animais selvagens.







terça-feira, 29 de setembro de 2015

Campanha na estrada


CANDIDATO DO CDS/PP VOLTA A ALERTAR
PARA DEPUTADOS QUE SE VERGAM A LISBOA


O candidato do CDS/PP à Assembleia da República pelo círculo da Madeira recebeu esta terça-feira o contributo do presidente da Câmara de Santana, o democrata-cristão Teófilo Cunha. José Manuel Rodrigues e demais candidatos da lista percorreram várias freguesias do concelho a explicar o projeto de candidatura e a alertar para o perigo de os madeirenses e porto-santenses votarem em candidatos “submissos” a Lisboa e que se “vergam” aos interesses da capital.

Vida Municipal


POR FALAR EM MOBILIDADE...

Na Avenida do Mar, junto à praça dos táxis, os senhores pensantes da Câmara delimitaram um perímetro que faltou em redor da mostra "urban-art" da sucata cortante, que a mesma Câmara promoveu na semana de 16-22 de Setembro, em nome da Mobilidade.
Aqui neste registo captado há horas, nem Stephen Hawking ou uma anónima mãe com carrinho de bebé, ou um figurante utilizador da praia mais inclusiva do Funchal, consegue transitar na sua cadeira de rodas, e riscar os táxis.
Às vezes, apetecia dizer para que estes políticos-proveta, não usassem o "santo" nome da Mobilidade em vão, pois assim, até parece pecado.

O kapta da Avenida

Campanha na estrada


CDU NAS ZONAS ALTAS





A Candidatura da CDU pelo Círculo Eleitoral da Região Autónoma da Madeira às Eleições para a Assembleia da República de 04 de Outubro dedicou as suas actividades de hoje, terça-feira, dia 29 de Setembro de 2015, às Zonas Altas do concelho do Funchal, onde contactou directamente com as populações ali residentes, relembrando as lutas e apelando ao voto em quem realmente está com o Povo.


Campanha na estrada




Texto: JPP

1 de Outubro


AMBIENTE FAZ VISITAS GUIADAS 
NO DIA NACIONAL DA ÁGUA


Para Assinalar o Dia Nacional da Água, com o intuito de promover a reflexão sobre a importância da gestão adequada dos recursos hídricos e a necessidade do seu uso racional, a Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais, através da ARM – Águas e Resíduos da Madeira, S.A., dinamizará visitas guiadas a duas Estações de Tratamento de Água (ETA), abertas ao público.

Serão realizadas visitas, no dia 1 de Outubro de 2015, às 9h30 e às 14h00, à ETA Eng. Manuel Rafael Amaro da Costa (Alegria) e à ETA de Santa Quitéria.

O número máximo de participantes, por visita, está condicionado a vinte pessoas.
A inscrição/marcação da visita deverá ser efetuada no site da ARM (http://www.aguasdamadeira.pt/Sensibilização/VisitaseAções).

A Secretária Regional do Ambiente e Recursos Naturais, Profª. Doutora Susana Prada, junta-se a esta iniciativa e visita, dia 1 de Outubro, pelas 09:30, a Estação de Tratamento de Água Engº. Manuel Rafael Amaro da Costa (Alegria), em São Roque.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Campanha na estrada


“NÃO A DEPUTADOS SUBMISSOS A LISBOA”


Os madeirenses devem dizer “não” a deputados submissos que se vergam aos interesses de Lisboa. Foi um candidato bem-disposto e acima de tudo cáustico que esta segunda-feira trouxe a autonomia para o centro da campanha. 

Campanha na estrada


CDU com sindicalistas
e contra ataques aos trabalhadores



A Candidatura da CDU pelo Círculo Eleitoral da Região Autónoma da Madeira às Eleições para a Assembleia da República de 04 de Outubro promoveu hoje, segunda-feira, dia 28 de Setembro de 2015, um encontro com dirigentes e activistas sindicais, no qual alertou para a necessidade e para a urgência de combater os sucessivos ataques aos direitos e rendimentos dos trabalhadores através do reforço da CDU.

Opinião



CATALUNHA











Apesar da maioria parlamentar absoluta dos partidos catalães que pretendem a independência, a verdade é que em termos de plebiscito, o projecto independentista fica aquém dos cinquenta por cento de eleitores, não conseguindo uma maioria de metade mais um, a favor do corte com a Espanha.

Tal como em Portugal, a questão das Autonomias tem sido mal conduzida na capital espanhola.

A pretensão de “união” ou “ unidade”, para já não falar numa imposição colonial de “unitário” tal como Lisboa e Madrid as apresentam, não joga com o pluralismo este sendo a normalidade em Democracia.

Depois, há uma confusão entre separatismo e emancipalismo, se quiserem, entre separatismo e nacionalismo.

As diferenças político-culturais e geográficas, bem como nos interesses económico-financeiros, forçosamente não implicam separatismo. Podem, e entendo que devem, coexistir numa solução federalista.

O Reino Unido é “unido” porque composto de partes diferentes.

Só mais uma curiosidade vinda agora da Catalunha. O sucesso de partidos novos - e não “novos” partidos - como o “Ciudadanos” que terá repercussão nas eleições nacionais tal tendo já sucedido nas eleições autárquicas espanholas.

Aqui, em Portugal, os actuais partidos estão esgotados. Mas os que resultaram de novas iniciativas - chamam-lhes os “partidos emergentes” - nada trouxeram de novo. Limitaram-se aos habituais “mais dos mesmo”, a única diferença esteve nas caras novas e nalgumas poucas originalidades na forma de comunicar, esta censurada em favor dos velhos partidos deste regime velho.

Perguntar-me-ão: “porque te metes nisto?…”

Respondo: porque sou autonomista social-democrata e porque, como disse o Papa Francisco: “é belo ter sonhos; é belo poder lutar por esses sonhos”


Funchal, 28 de Setembro de 2015


Alberto João Jardim

Campanha na estrada


JPP no Norte com FSD em agenda



Eleições segundo 'O Santo'



Independências


CATALUNHA É UM POUCO DIFERENTE


Há uns independentistas madeirenses que esfregam as mãos de contentes à conta do resultado de ontem na Espanha oriental. Os separatistas catalães apareceram na TV a festejar a conquista da vitória em número de deputados e deixaram eufóricos os que perfilham semelhantes ideais. Só que a maioria de votos recaiu nos candidatos a deputados 'não independentistas'. O que quer dizer que, se a votação fosse entre o 'sim' e o 'não' à independência, os separatistas nada tinham para celebrar.
Há uma diferença entre os adeptos da independência da Catalunha e os adeptos da independência da Madeira - há para aí uma meia-dúzia deles. É que, no caso da Península, são os catalães a dar alimento aos habitantes das outras comunidades autónomas. Daí quererem 'fugir' ao projecto da Grande Espanha. 
No caso da Madeira, já se verificou essa situação, quando a navegação mundial engordava os cofres da Alfândega do Funchal com uma fortuna que seguia intacta para Lisboa, reforçada com os balúrdios da exportação de vinhos e bordados e ainda com as verbas trazidas pelos proto-turistas que assentavam arraiais por cá.
E se o País Basco se seguisse à Catalunha na independência? E Aragão? E a Galiza? Que seria de Espanha?
Bem, senhores, isso é lá com os Espanhóis. Cá na nossa modesta opinião, impedir uma Nação - e é o caso - de viver a sua vida independentemente dá sempre errado. Mais tarde ou mais cedo... 
Veja-se a Europa de hoje.

Imprensa


JM COM UM PÉ NO GUINESS

O 'novo' jornal do governo já é o jornal mais velho da história da imprensa madeirense em termos de grafismo, designadamente na mancha da primeira página, porque já ninguém folheia o resto.
Desde a data da sua 'fundação' - 1 de Setembro - a capa do dito jornal mantém-se na mesma pasmaceira, embora, pelos caracteres da manchete, nos queira parecer que as matérias tratadas vão variando.
São as 3 cabecinhas ao alto - e é bom que haja sempre três crânios a destacar-se no dia, senão vão ter de meter naquelas galerias a cabeça do 'Homem em Pé' ou a do 'Semeador'.
Depois, uma coluna à esquerda com chamadinhas de cima a baixo, à excepção do número de 'estreia', que trouxe o 'novo' estatuto editorial. Vem o título principal sempre no mesmo lugar, abaixo da galeria ao lado do título, e finalmente a fotografia da jornada com titulozinho 'incrustado'. 
São 28 edições iguaizinhas e velhas no 'novo' jornal, o que daria entrada imediata na parte do Guiness Book dedicada aos métodos mais cruéis de afugentar o público, opção possível porque ali tanto faz vender mil como um exemplar, que o dinheiro sai sempre dos mesmos. E a coisa só não dá imediata entrada no Guiness porque há o 'Sino de Santa Maria Maior', que fez 29 edições com o mesmo módulo, nos anos 60, e há ainda registado o jornal de caserna do antigo quartel do Castanheiro, 'O 19', elaborado durante o mês inteiro de porrada que um aspirante apanhou e então, para passar o tempo, fez um diário passando ao fotocopiador o mesmíssimo modelo, que preenchia com 'bocas' ao subcomandante e ao sargento vago-mestre, aliás à semelhança do que faz este 'novo' da Fernão de Ornelas com aquelas 'bilhardeiras', só que as do aspirante tinham graça.
Nem tudo está perdido. Mais um par de edições naquele marasmo e, ainda que o povo já não se dê ao trabalho de saber se aquilo saiu outra vez, pelo menos fica na história como a maqueta mais maçadora do Planeta. 
Deixamos aqui o 1.º número e o de hoje, 28.º
Omitimos os restantes porque são todos iguais.


N.º 1
N.º 28








Opinião



JPP NÃO DISPÕE 
DE ADVOGADOS DEPUTADOS 
EM PART-TIME





Para o conhecimento das "coisas visíveis e invisíveis"

 



O processo de auditoria aos departamentos do Governo Regional está, lentamente, a despojar dados interessantes para a agenda politica.

Um deles, tem ajudado particularmente a entender a razão objetiva porque alguns partidos como o PSD, CDS, PS e CDU recusam o exercício do cargo de deputado em regime de exclusividade.

O recente processo, em curso, do Jornal da Madeira está a levantar a ponta do véu. A última intimação para a prestação de informações interposta pelo JPP no Tribunal Administrativo do Funchal trouxe uma situação que a grande maioria dos cidadãos desconhece.

A sociedade Abreu Advogados, em que um dos Sócios, desde 2009, é o Dr. Ricardo Vieira do CDS, que é também, deputado à Assembleia Legislativa Regional representa a empresa pública do Governo Regional da Madeira (Jornal da Madeira), no processo de setembro de 2015.

Bom, serão necessárias mais interpretações sobre esta situação de falta de transparência e de promiscuidade entre o exercício de um cargo que, aparentemente de manhã fiscaliza a atividade do órgão executivo (governo), e à tarde presta um serviço e respectiva factura?

Daqui, também, se entende porque o JPP não dispõe, de advogados e deputados, em part time.   

Élvio Sousa

Pergunta a matar


Quem foi o autarca da Madeira que teve a brilhante ideia de escolher para título de um artigo de opinião a inscrição que consta da seguinte imagem? A escolha da imagem serve para realçar a infeliz escolha da frase.

Caro Leitor: não nos faça perguntas difíceis à segunda-feira, que é o dia sagrado do mestre.

domingo, 27 de setembro de 2015

Campanha na estrada


JPP: DOMINGO EM CONTACTO DIRECTO COM A POPULAÇÃO


Campanha na estrada


REPUTAÇÃO DA CDU EM C. LOBOS
JÁ VEM DE MUITO LONGE


A Candidatura da CDU pelo Círculo Eleitoral da Região Autónoma da Madeira às Eleições para a Assembleia da República de 04 de Outubro esteve hoje, domingo, dia 27 de Setembro de 2015, em campanha no concelho de Câmara de Lobos, relembrando as lutas e apelando ao voto em quem realmente tem provas dadas na defesa das populações.


Campanha na estrada


“OS DEPUTADOS DOS CDS/PP MERECEM
A CONFIANÇA E O VOTO DOS MADEIRENSES”


Centenas de pessoas estiveram este domingo na Festa do Mundo Rural, evento que o CDS/PP Madeira promove pela segunda vez e que deslocou para o Santo da Serra criadores de gado, pastores, militantes, simpatizantes e convidados. 

sábado, 26 de setembro de 2015

Nabos e couves no ar



Raio do avião cargueiro agora é a 20...



Hoje há casório: um alto responsável pelo apregoado projecto de um avião cargueiro para levar produtos agrícolas madeirenses para fora, esse responsável dá o nó este sábado. O problema é que ninguém consegue desatar um outro nó bem menos romântico, o que ata um processo que foi bandeira de Albuquerque nas eleições internas do PSD e nas regionais. Os ideólogos do avião cargueiro anunciam que o arranque do aparelho, agora a hélice e não a jacto, será dia 20 de Outubro!
O anúncio que se vê no site da Flymii diz que está em condições de receber encomendas. Ao que nos dizem, porém, ninguém atende os telefones lá indicados, nem o de Lisboa nem o do Funchal.
Os projectados voos caíram por terra?
Bem: há meses, pediram-nos para não darmos 'azar', isto é, para não falarmos aqui do avião porque até 1 de Agosto ele, avião, levantaria voo cheio de couves, inhame, cenouras e talvez tabaibos. Não aconteceu. Garantiram-nos então: de 1 de Setembro não passa. Mas passou. E agora vemos a promessa para 20 de Outubro.
Claro: 20 de Outubro é depois das eleições. Miguel Albuquerque deve ter perguntado a Joaquim Sousa Lino e a Humberto Vasconcelos que trabalho era aquele do avião cargueiro que não está a carregar nada. Deve ter perguntado como é que o seu partido ia para eleições com esta promessa esfrangalhada aos olhos do eleitor. 
Então, anuncia-se a coisa para 20 de Outubro. Enquanto o pau vai e vem...
A menos que sejamos nós aqui a dar 'azar' outra vez. Vamos lá ver, senhores aviadores dos nabos e das cabeças de alho chocho, se nos impressionam provando que estávamos errados no pessimismo.
Oxalá que o presidente do governo, perdido por perdido, não mande meia dúzia de fanfarrões do cargueiro abaixo, sem pára-quedas.

PS 1 - Com ou sem avião, parabéns aos nubentes de hoje, porque a vida não é só feita de voos sem rede. Muitas felicidades.
PS 2 - Não temos falado no ferry para não dar 'azar'. Mesmo assim... Será que o governo Azul só sabe trabalhar em terra firme?

Cidade


Imagem de sábado à tarde: motos, precisam-se.


ESTES ESTACIONAMENTOS
AINDA ACABAM MAL


Os estacionamentos que ainda podem dar no porco são estes aqui, nos aposentos da Junta Geral. Os de cima são para se ir conversando.


Com uma Região finalmente sem problemas, onde o desemprego, a emigração, a pobreza, a exclusão social e as broncas das escolas e dos hospitais desapareceram como por milagre operado no palco do Stablishment Azul, os quadros oficiais e o cidadão vulgar parece não terem olhos senão para os meandros e as peripécias da 'mobilidade'.
Nem sequer estamos a referir-nos à política municipal que está a transformar o Funchal na 'cidade dos triciclos'. Aí já estamos todos percebidos. 
Sim, porque: a vereação de Albuquerque pedia aos funchalenses para voltarem à baixa, com a ideia de acabar com a 'fantasmização' do Funchal; no entanto, essa vereação fechava ruas atrás de ruas como se andar numa cidade fosse sinónimo de andar à pata.  
A vereação de Cafôfo pede agora aos funchalenses que 'fiquem na cidade' e ao mesmo tempo tira os lugares dos popós para os entregar às motos. Argumentam os municipais (os crânios, não os bombeiros): há parques com milhares de lugares vazios... 
Pois há. Mas só faltava este contribuinte aqui ir deixar a carripana num parque da periferia da cidade para depois ir ao Apolo tomar o café ou ir comprar uns sapatos no centro da urbe. Vamos é para as grandes superfícies onde há lugar e lojas para todos os gostos, e o comércio tradicional da baixa que se entenda com o nosso amigo Paulo, que sabe o que está fazendo e obviamente quer ser reeleito em 2017.
Por aí estamos entendidos. 
O que nos traz aqui em dia de 'meio descanso' é tentar apelar para o bom senso das pessoas que deixam o carro naqueles estacionamentos do governo ali na Avenida Zarco, nas traseiras da Junta Geral.
Diz que aquilo tem sido um problema diário, com carros particulares dos funcionários oficiais a ocupar as garagens, uma vez que Albuquerque, e bem, acabou com o carrinho oficial à porta de casa dos senhores quadros (só que o vício está a voltar). Então, eles levam o seu próprio carro para lá. Ora, o adjunto de um secretário que chega ao local e vê um carro diferente parado ali, tranquilo da vida, atravessa o seu à frente para não deixar o outro sair. Quando o dono do primeiro chega e se vê preso, toca de fazer o escabeche que se imagina. O adjunto aparece, dá uma descompostura no transgressor, que reage a crescer para o outro valentão, e já várias vezes o desacato físico esteve por um fio.
E mais cenas do género dão-se diariamente. Os outros funcionários que vêem a coisa a aquecer cavam para longe, antes que lhes chegue também um 'cheirinho'.
Vamos lá então agir com calma, senhores. Se lá dentro está cheio de lata, estacionem à frente dos Correios, que aquilo está reservado ao governo - e aproveitem enquanto Cafôfo não dá também a faixa por ali abaixo às motorizadas.
Vamos esperar e ver o que acontece nos próximos dias. Aconselhamos Sérgio Marques, o secretário mais graduado da Junta Geral, a mandar pôr na recepção da casa uma caixinha de primeiros socorros, porque os ares andam turvos.


Reintegração dourada 


Entretanto, como já dissemos, os ex-governantes desta terra continuam a receber, às dezenas de milhares de euros, o correspondente às férias não gozadas que nos seus tempos, coitados, não conseguiram tirar, tanto era o trabalho da Junta de Freguesia da Madeira. Retomamos o assunto para perguntar se as outras dezenas de milhares devidas à reinserção laboral dos antigos governantes está a correr nos conformes. Garantiram ao 'Fénix' que há ex-barões a receber de maneira faseada, porque os cofres do Gasparzinho insular estão como se sabe. Mas o que interessa é que esteja tudo a ser pago. O povo madeirense é pobre e passa fome, mas também é honrado e não quer ficar a dever nada a ninguém.
Bom fim-de-semana.





Campanha na estrada


PS ENCOSTADO À PAREDE



Depois do camião da campanha socialista em cima do passeio da Rua do Esmeraldo, no perímetro da Praça Amarela, agora a fotografia que nos enviam mostra um cartaz de Carlos Pereira pregado contra a parede, no Campo da Barca. Quando, ao lado, cartazes de outros partidos transmitem as respectivas mensagens a partir dos placards lá colocados para o efeito.
Dada a nossa amizade com o líder do PS, fugiu-nos o teclado da isenção e tratámos de defender Carlos Pereira, dizendo que se calhar o marginalizaram, não lhe cedendo espaço como cederam aos outros, e vai daí...
No entanto, o nosso K de vigilância aos cartazes desalinhados logo desfez o argumento: não senhor, disse ele, noutros lugares o PS também aparece fora de esquadria.
Assim, com o coração entre a espada e a parede, somos obrigados a reproduzir a queixa constante do servicinho: e se todos os partidos ignorassem os locais próprios para os cartazes, como seria? Teríamos aí uma feira ao estilo de 1975?
Vá lá ver, amigo Carlos, já chegam as broncas de António Costa para dar 'abébias' aos fanáticos do liberalismo Passos-Portas. E a coisa é já de amanhã a oito.
  

Campanha na estrada


CDU DEDICA O SÁBADO A SANTA CRUZ


A Candidatura da CDU pelo Círculo Eleitoral da Região Autónoma da Madeira às Eleições para a Assembleia da República de 04 de Outubro esteve hoje, sábado, dia 26 de Setembro de 2015, no concelho de Santa Cruz, onde promoveu uma vasta acção de contacto alertando para a necessidade de aproveitar bem o voto, elegendo quem realmente luta pelas populações.

Campanha na estrada


COMBATER O DESEMPREGO JOVEM
ATRAVÉS DO TURISMO E DO CINM
Emprego e juventude. A candidatura do CDS/PP à Assembleia da República dedicou este sábado às questões que mais preocupam os jovens. José Manuel Rodrigues escolheu um dos concelhos com uma das maiores taxas de natalidade do país, Câmara de Lobos, para colocar o turismo e o Centro Internacional de Negócios da Madeira (CINM) como vetores de dinamização da economia e, por conseguinte, geradores de novos postos de trabalho.

Campanha na estrada


A JPP andou este sábado no Mercado dos Lavradores, a distribuir propaganda eleitoral. O líder Filipe Sousa chefiou a comitiva.



Corrupção segundo o Santo







Campanha na estrada


ALIVIAR A AUSTERIDADE MAS LEMBRAR
QUEM A TROUXE PARA A REGIÃO E O PAÍS



O candidato do CDS/PP à Assembleia da República pelo círculo eleitoral da Madeira, solidarizou-se esta sexta-feira com os reformados e os pensionistas, reconhecendo que com a entrada da Troika em Portugal “foram dos mais sacrificados da sociedade”.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Política


PND em extinção: deputados municipais também passam a independentes

Os deputados municipais do PND no Funchal já tratam de passar a independentes do grupo a que pertenciam. Os serviços da Assembleia Municipal, ao que sabemos, já receberam informação nesse sentido pelo menos de Donato Macedo. Presume-se que os outros dois seguirão o mesmo caminho, já que o PND, com ordem de extinção por não apresentar contas, desaparece de cena.
Dionísio Andrade já tinha deixado o lugar de deputado na Assembleia Legislativa ganho pela Nova Democracia. Assento que passará a ser ocupado a título individual, dada a extinção do PND. Baltasar Aguiar e Gil Canha poderão, à vez, entrar na Assembleia, já que se demitiram do partido e não cairão com ele.

Opinião



Aos Portugueses

TORNAR PORTUGAL ESTÁVEL
ENQUANTO É TEMPO








A proposta PARA MUDAR PORTUGAL através da eleição de um Presidente da República disposto a enfrentar o sistema político vigente e a entregar ao Povo soberano o Direito de referendar o texto constitucional, é um proposta que vai ao encontro de garantir a ESTABILIDADE futura, imprescindível ao País.
A ESTABILIDADE que os Portugueses desejam, não só a nível público, com também para as respectivas vidas pessoais e familiares.
ESTABILIDADE que passa pela constitucionalização do ESTADO SOCIAL e da INDEPENDÊNCIA ABSOLUTA entre os Poderes Legislativo, Executivo e Judicial
Nos últimos anos, a vida de muitos Portugueses ficou às avessas porque o desastre financeiro em que mergulhámos, levou a que o sistema político-constitucional ainda vigente ,inadequadamente e conforme uma austeridade imposta também do estrangeiro, para recuperar optasse escandalosamente por cortar nas justas expectativas de vida de cada um dos Portugueses.
As pessoas trabalharam uma vida inteira, descontando para a sua reforma, com que contavam em valores concretos, e , de um momento para outro, o sistema político cortou-lhes na pensão, destruindo-lhes a Esperança no fim de vida que haviam previsto com segurança.
As pessoas trabalhavam, fazendo fé no seu salário e assim organizaram a sua vida familiar, inclusive assumindo responsavelmente compromissos no tempo e, de um momento para outro, o sistema político-constitucional ainda vigente cortou-lhes no salário, causando situações dramáticas ou pelo menos difíceis.
Mais o genocídio social a que Portugal foi sujeito e que quase destruíu totalmente a classe média. Quando esta é a espinha dorsal insubstituível da garantia das Liberdades democráticas.
Tudo isto se faz num sistema político onde predominam interesses corporativos e que está sob controlo das oligarquias financeiras, nacionais e internacionais, bem como de organizações poderosas NÃO TRANSPARENTES.
E fez-se mais.
Para arrecadar receita fiscal imprescindível, urdiu-se um aumento de impostos que sobrecarregou abusivamente quem trabalhou e quem só vive da sua pensão. Com a agravante desta instabilidade fiscal afastar os bons investidores estrangeiros e o País ser comprado baratinho por capitais oriundos de conhecidas proveniências geográficas, com as inerentes consequências estratégicas preocupantes que tal acarretará.
Por outro lado, e também com prejuízo para a imprescindível ESTABILIDADE de que Portugal carece solidamente no futuro, o sistema político-constitucional está montado em termos de lhe faltar uma INDEPENDÊNCIA completa entre os Poderes Legislativo, Executivo e Judicial, andando-se à mercê de “quedas de Governo”, de “dissoluções da Assembleia da República” e da “politização da Justiça”.
Quanto custa a cada um de nós e em que termos a Democracia sai aperfeiçoada?
É tempo de acabar com a sujeição dos Portugueses a todo este género de coisas, constitucionalizando o Estado Social, a estabilidade das pensões, a estabilidade salarial, a estabilidade fiscal e uma rigorosa INDEPENDÊNCIA entre os poderes Legislativo, Executivo e Judicial.
É tempo de pôr termo ao abuso, à instabilidade e a opções erradas.
É tempo PARA MUDAR PORTUGAL.
Mas fazer a MUDANÇA nos termos propostos, através de alterações constitucionais referendadas pelo soberano Povo português, sem beliscar os Direitos, Liberdades e Garantias individuais consagrados na actual Constituição da República.
Ainda estamos a tempo.
Mas se os Portugueses, que na sua grande maioria não estão comprometidos com o actual sistema político-constitucional, nem com os partidos actuais, em cada localidade não se organizarem agora nas Bases, deixando-se assim mais uma vez entregues ao destino que os Partidos e os poderes oligarco-financeiros, nacionais e estrangeiros, nos decidirem impôr, lá mais para diante, no tempo, pode já ser tarde.
Porque se só mais para diante, na inevitabilidade do agravamento das actuais circunstâncias, só então os Portugueses acordarem, pode ser muito tarde.
Tragicamente porque, nessa altura, a necessidade de MUDAR PORTUGAL e de estabelecer a ESTABILIDADE, pode arriscar que tal só seja tentado em termos inadmissíveis. Já sem respeito pela actual protecção constitucional dos Direitos, Liberdades e Garantias individuais.

Funchal, 25 de Setembro de 2015

Alberto João Jardim

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Campanha na estrada


Eleitor levanta a moral a Rodrigues

“O SENHOR INSPIRA CONFIANÇA”



A revisão urgente da portaria que regulamenta o subsídio de mobilidade, em particular os 60 dias para o pagamento do reembolso e o teto máximo de 400 euros para efeitos de subsídio, será uma prioridade para os deputados eleitos pelo CDS/PP Madeira a 4 de outubro.

Campanha na estrada


JPP REIVINDICA PROGRAMA DE APOIO
PARA A POPULAÇÃO IDOSA



O Movimento Juntos Pelo Povo (JPP) iniciou a ação de campanha desta quinta-feira, 24 de setembro, na Universidade da Madeira, para distribuir propaganda e fazer passar a mensagem da candidatura à Assembleia da República junto dos estudantes. 


Dionísio Andrade em choque


DEPUTADO SAI DO PARLAMENTO
PARA VINCAR A SUA POSIÇÃO

O antigo presidente do Sindicato
dos Jornalistas sai da ALM
decepcionado com um projecto de
luta pela transparência agora também
sob suspeita num problema de contas.

O até agora deputado do PND Dionísio Andrade, eleito como independente, afirma que tomou a decisão de abandonar o assento na Assembleia Legislativa Regional por não se identificar com a postura de que o Tribunal Constitucional acusou aquele partido, agora com ordem de extinção.
"Não posso estar na Assembleia a apregoar uma coisa e ver responsáveis do partido fazerem o seu contrário", assume o ex-jornalista que agora vai requerer o fim da suspensão da sua carteira profissional. Ainda em choque na sequência dos últimos acontecimentos, garante que será sempre um lutador pela transparência e pelo rigor da vida pública.
Dionísio esteve agora no Tribunal Constitucional a consultar o processo do PND, concluído com a ordem de extinção do partido por falta de apresentação de contas nos últimos anos. Depois do que viu, decidiu demarcar-se do comportamento interno que levou a esta inimaginável situação.
O secretário-geral do PND, Joel Viana, argumenta que não recebeu correspondência do TC com a exigência da apresentação de contas. O Tribunal prova que enviou as cartas registadas. Dionísio tentou saber o porquê de o Constitucional não ter, por exemplo, tentado contactar o deputado na ALM para evitar a medida drástica. Mas o resposta foi que a entidade a contactar num partido é o secretário-geral, e foi isso que aconteceu.
Apesar do rigor excessivo que vê nos procedimentos do TC, entidade a quem acusa de querer acabar com os pequenos partidos, Dionísio Andrade responsabiliza o aparelho do PND do imbróglio criado, comprometedor e deveras embaraçoso para quem tanto pregou contra os procedimentos suspeitos da Madeira Nova. 
"Saí porque não me identifico com esta postura que suscita dúvidas sobre a condução das contas do partido", desabafa o decepcionado ex-deputado. "Lamento profundamente que um combate de vários anos caia por terra de uma maneira destas."
O PND surgiu na Região apostado no derrube do jardinismo, alvejando a corrupção que sempre afirmou presidir à gestão do regime insular, com acento tónico nas obras públicas e nos negócios em torno do porto do Funchal e transportes marítimos.
"Vou-me embora porque me custa ver beliscado desta maneira um esforço muito grande dos activistas do PND que alcançou tão bons resultados na Madeira", conclui Dionísio Andrade. "Não posso deixar de vincar a minha posição contra uma situação dúbia que vem colocar sob suspeita uma organização por causa de expedientes que sempre combateu."
O Partido da Nova Democracia, organização política de âmbito nacional, já só existia na Madeira, desde o auto-afastamento de Manuel Monteiro.