terça-feira, 30 de maio de 2017

Autárquicas/Funchal


Rui Barreto defende coligação alargada
para ajudar emigrantes na Venezuela

O candidato Rui Barreto, na companhia do candidato à Junta de Freguesia de São Martinho, Filipe Spínola, da mandatária Daniela Maria e do mandatário jovem Fred Silva.

A Madeira deverá estar grata aos milhares de madeirenses que encontraram na Venezuela um refúgio para as suas vidas, mas foi também a partir desse grande e imenso país que ajudaram ao desenvolvimento da Região Autónoma da Madeira - afirmou esta manhã o candidato à Câmara do Funchal, Rui Barreto, num momento particularmente difícil para milhares de emigrantes que todos os dias se debatem com a falta de alimentos e medicamentos. 



Rui Barreto entende que se está perante uma situação humanitária grave e por isso apela à criação de uma coligação de esforços alargada, entre os governos Regional e da República, mas envolvendo também as autarquias, as juntas de freguesia e associações. “Esta questão, pela sua delicadeza, deve estar acima dos partidos, acima da campanha autárquica, estamos a falar de madeirenses de corpo e alma, que agora devem ser ajudados, porque escolheram um país que, infelizmente, por razões políticas está à beira de uma crise humanitária, são pessoas que não querem regressar mas sentem-se obrigados a isso”, disse Rui Barreto. “Estes nossos conterrâneos devem ser recebidos de forma coordenada, temos de ter um plano integrado para que possamos dar as melhores respostas e ajudá-los na sua reintegração.”

Há questões que têm de ser tratadas com urgência, nomeadamente ao nível de documentos, questões relacionadas com a segurança social, o emprego, a saúde e o reconhecimento de habilitações. 

Rui Barreto enalteceu a coragem do secretário regional dos Assuntos Parlamentares e Europeus pela decisão de visitar a comunidade num momento difícil, lembrado que esta é a altura da coligação alargada deixar as questões partidárias e se concentrar nas respostas que os emigrantes precisam. 

Rui Barreto fez-se acompanhar do candidato do CDS à Junta de Freguesia de São Martinho, Filipe Spínola, da mandatária Daniela Maria e do mandatário jovem Fred Silva.
Texto e foto: PP 

23 comentários:

Anónimo disse...

Desde que seja sem o dinheiro dos nossos impostos, tudo bem.

Anónimo disse...

vais arranjar trabalho para eles todos? só palha!

Anónimo disse...

O xenófobo anti madeirenses da Venezuela não descansa de vir para aqui comentar.
Não sei como é que o Calisto lhe dá cobertura.

Anónimo disse...

Vai haver Buzinão, aqui na Madeira?
Isto é Europa.

Anónimo disse...

Os queques do Funchal nunca gostaram de emigrantes mesmo estes emigrantes serem tão Madeirenses como nós

mais se fosse um refugiado sirio já se derretiam

Anónimo disse...

Ao anónimo das 17:00: não estás no diário de notícias onde com um telefonema e ameaça de corte da publicidade eles tiram os comentários todos. És um bom ditadorzinho....

Anónimo disse...

Parece que estais a adivinhar algo, menos a parte final!
Madeirenses como nós?

Anónimo disse...

É um bocado piroso ir para a rua da Venezuela no Bairro da Nazaré falar da Venezuela. No consulado por exemplo, não seria mais adequado?

Anónimo disse...

Há individuos que não merecem o pão que comem, das 11.23 e 11.47.
Lamento de facto que o Luís Calisto permita comentários xenófobos contra aqueles que estão a regressar sem nada, fugindo de uma ditadura.

Luís Calisto disse...

Anónimo das 17.24
Você é que está a querer fomentar a xenofobia dando azo a que uns trolhas que temos por cá dêem largar ao seu individualismo numa questão em que, sem a menor dúvida, toda a ajuda deve ser prestada aos nossos irmãos que regressam daquele inferno venezuelano apodrecido (mais do que amadurecido, de tão Maduro). Você está a querer arranjar uma guerra, picando os dois lados para ficar aí a divertir-se - e para isso quer (querias!) esvaziar o direito dos outros à livre opinião e por outro lado revoltar a outra parte. E isso de duas partes é invenção suja da sua parte.
E como você tenta indecentemente gerar xenofobia, está vedado a partir de agora nestas águas, porque este blogue é solenemente contra a xenofobia, o racismo e outras discriminações quaisquer que sejam - e o blogue é também contra imbecilidades como a sua.
LCalisto

Anónimo disse...

Não é verdade que estão a regressar sem nada. Quem está a regressar tem milhares ou milhões de euros e património na Madeira. Pessoas como alguns políticos que têm pena deles já tão a orientá-los e a sugerir negocios e investimentos e já eram genericamente seus procuradores. Os verdadeiros pobres não conseguem sair da Venezuela e atenção nada tenho contra quem regressa mas não são os tesos que estão a regressar.

Anónimo disse...

Quem tem milhões não vem viver para casa de familiares, nem se inscreve no Instituto do Emprego.

Anónimo disse...

É como diz Anónimo das 18:41: já há quem aproveite para "vender guardachuvas" e ganhar com esta crise dos lusovenezuelanos...
E as associações que agora se estão a criar são prova disso...

Anónimo disse...

Ditado antigo:
Lá se faz, lá se paga!!
Portanto, nada de buzinões e poluição sonora por cá.
Isto aqui é uma Terra Turistica e pertence ao Continente Europeu, portanto de primeiro Mundo, nada de confusões..

Anónimo disse...

Aí não? Eu conheço um casal quebrem 3 apartamentos arrendados e está agora a viver na casa da irmã de um deles. A esposa já trabalha como empregada de mesa na restauração e ele está à procura de oportunidades de negócio nessa área.
A mentalidade deles é completamente diferente da nossa, eles trabalham e pronto seja para ganhar 500 ou 5000 e tenham ou não pouco ou muito.

Anónimo disse...

Convinha o Sr Secretário dos 300 votos alertar estes emigrantes de 2 e 3 geração para a necessidade de mudarem o chip pois estão na Europa.
Parece que tem no adn, só querem manifestações e buzinões/poluição sonora e confusões. Aqui na Madeira não queremos nada disso.

Anónimo disse...

Parabéns Calisto.
São lindos os comentários que por aqui são escritos.

Anónimo disse...

Eu não acho lindos os comentários contra os emigrantes na Venezuela que agora regressam porque aquele país atravessa uma situação muito complicada.
Quando era para mandarem remessas eram os maiores. Agora por acederem a uns míseros apoios sociais e se manifestarem ordeiramente, são as opiniões que para aqui vemos.
Se fossem refugiados seriam melhor tratados nos comentários que aparecem neste blogue.

Anónimo disse...

Dicionário Priberam da Língua Portuguesa:
Xenofobia - ser contra os estrangeiros, ou quem vem de fora, ou contra aquilo que é diferente.

Anónimo disse...

Como eu não quero estranhos arrogantes na minha casa, o que sou?

Anónimo disse...

Na sua casa é livre de não querer quem bem entender.
Numa casa que é comum, é que já não tem esse direito.

Anónimo disse...

Se lerem todos os comentários verão que estes são contra os políticos - advogados - procuradores que fazem um favor aos seus clientes ao exigirem solidariedade que nem faz sentido. Leiam bem e vejam quem sai a perder e quem acusa quem, só mesmo o pessoal que ganha a vida nisto. O maior xenófobo que vejo aqui é aquele que tenta defender a sua dama e o seu ordenado, de resto não vejo nada de especial.

Anónimo disse...

Ao comentário das 15,35h
Como Condomino tenho direito a dar a minha opinião do Condominio ao qual pertenço.
Gostei do faz barulho na Marginal, eram um dúzia de gatos pingados daqueles que antes tinham vergonha de dizer de onde eram originários os seus pais e os seus avós e com um carro um Honda a buzinar e dar voltas e mais voltas na Avenida.
Barulhozero.
Acolho sim, mas os verdadeiros, aqueles que nasceram na Madeira os outros não obrigado, esses só querem confusões, imagino lá o que não será nem Maduro nem Verdinho consegue sobreviver.