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terça-feira, 14 de novembro de 2017

Carlos Pereira (PS) - Nota do dia


Os resultados de um partido servem para avaliar a qualidade das estratégias e da liderança. Sempre foi assim e sempre será assim. Não há outra forma de analisar ou de julgar. O resto é muito pouco relevante, a não ser para construir um caminho de não retorno e de desqualificação do cimento que deve unir as organizações. 
É neste contexto que me interessa pouco o que dizem das pessoas ( e até de mim!) e que me entusiasma muito mais o que falam das opções e das decisões, sejam políticas, sejam de outro índole. 

Posto isto , observo com satisfação que o PS-M tem sabido, nos últimos dois anos, apresentar opções e políticas que deram bons resultados e catapultaram o Partido para a primeira linha da alternativa ao poder. 
Nem sempre foi assim e nos dois anos anteriores a 2015, com todas as condições e com o PSD-M completamente “partido”, não foi capaz de se afirmar. Foi pena e foi uma oportunidade perdida, mas esta foi a realidade dura que ainda hoje estamos confrontados, com 5 deputados (apenas) na ALRAM e a quarta força política.
Por isso mudamos de vida, credibilizamos o partido e soubemos manter a unidade e estabilidade. O meu esforço continuará nesse caminho, mesmo que todos os dias haja quem, dentro e fora do partido, anseie pelo insucesso da organização e se transforme no maior aliado do nosso principal adversário. O narcisismo pode ser delirante mas pior é ser destruidor de caminhos e soluções . No fim resta sempre o vazio.

Há por isso duas soluções para o PS-M: ou a continuidade do crescimento sustentável e da credibilidade, ou a aventura de um rumo para dois anos de liderança bicéfala caracterizada por incapacidade e fragilidade política, com consequências na confiança do eleitorado e nos resultados do PS-M.  

5 comentários:

Anónimo disse...

Pereirinha tem a mania de dizer que fulano deve-se demitir, que um tal cargo deve ser extinto que aquele partido não presta...enfim é um "chef" em adjectivos daqueles que ele considera como adversários.
Pois é, daqui a uns dias, irá provar do seu "douto" veneno...

Anónimo disse...

"Os resultados de um partido servem para avaliar a qualidade das estratégias e da liderança."
Pois bem e que resultados foram esses?
Eleições legislativas nacionais (há 2 anos): mesmo tendo em conta o notório efeito de arrastamento da situação nacional o PS teve um bom resultado e o líder do PS-M encabeçava a lista.
Eleições autárquicas (há mês e meio): o PS-M manteve o mesmo número de câmaras (perdeu Porto Santo, onde a aposta na tendência Menezes foi completamente falhada e ganhou Ponta do Sol onde Célia Pessegueiro nada deve à liderança regional), ganhou uma vereadora na Calheta (resultado inédito), ganhou Machico e Porto Moniz com os melhores resultados de sempre (muito mais por conta dos autarcas do que do papel da direcção do partido na política local desses concelhos), ganhou em coligação o Funchal (apesar de o núcleo duro de Carlos Pereira tudo ter feito para que isso não acontecesse) e perdeu o vereador na Ribeira Brava (claramente má estratégia de apoios e alianças num concelho politicamente muito fragmentado), perdeu expectavelmente em Câmara de Lobos (que tal como noutros concelhos os autarcas sentiram na pele a distância a que se remeteu o líder regional), perdeu estrondosamente em São Vicente e Santa Cruz (quase desaparecendo do mapa e deixando de ser uma alternativa política nesses concelhos) e perdeu o Porto Santo para o PSD, na única câmara recuperada pelos laranjas e numa das poucas no país que um presidente de câmara não foi reeleito, e acresce que o PSD não está menos dividido do que estava há 4 anos.
Se a liderança partidária mede-se pelos resultados esta liderança está muito aquém do que os socialistas e os madeirenses gostariam de ver num partido que quer, e que todos precisam, que venha a ser alternativa.

Anónimo disse...

Parece que o Carlos Pereira voltou à Madeira. Seja bem vindo!

Anónimo disse...

Não importa o que dizem dele?
Ora o que dizem dele será a opinião no voto.
Não seja Superior à Opinião do povo...de quem não gosta da sua arrogância e convencimento.
Não tem humildade nenhuma

Anónimo disse...

O reduzido numero de comentários com estas Notas revelam o interesse por este Senhor---Ou seja nenhum ou residual